segunda-feira, 19 de maio de 2014

“Refletindo sobre concepções epistemológicas” Um dia a gente nasce e nosso “Eu” começa a se formar. Você tem uma mãe, um pai, uma família ou pessoas responsáveis por você que, através do exemplo podem contribuir para sua formação e ou transformação ao longo da jornada da vida. Depois também, você conhece pessoas na sua escola, na sua vizinhança, na sua igreja e ou grupo de convívio. Você começa a se comunicar, a ler, a pensar, a refletir, a questionar e então, surge a grande oportunidade e formar e transformar o seu “EU”. O objetivo desse texto é refletir sobre: “Concepções Epistemológicas”, tendo como base os estudos que tenho a oportunidade de rever e refletir no curso de Licenciatura em Música do UNIS- Centro Universitário Sul de Minas, e especificamente para este texto, na disciplina de Tecnologia e Educação. Bom, cada um de nós tem a oportunidade de se transformar ao longo da vida à medida que vamos amadurecendo e esse amadurecimento acontece de forma lenta ou rápida e varia de uma pessoa para outra. Na verdade, pensar e refletir sobre o “Eu” acho bem difícil. É bem mais fácil pensar no outro... tenho observado que algumas pessoas “mais velhas” da minha família, mudaram juntamente com a tecnologia ou seja, foram se adaptando ao ambiente e hoje, conversam de igual para igual com os mais novos da família, buscam se informar e transformar e outros, ainda não mudaram e insistem em continuar com os mesmos métodos de sempre e isso porque escolheram ser assim. Quero dizer que às vezes nós temos a oportunidade de conhecer coisas novas, métodos novos e mesmo assim, optar pelo antigo apenas por se sentir seguro ou pelo apego que temos à metodologias passadas. Ultimamente tenho refletido bastante sobre as concepções epistemológicas que podem mover a didática e a metodologia de um Professor. Para você que ainda está conhecendo... vou resumir de maneira simples, as três mais citadas nos estudos de formação docente e estas, independem da área que você é professor ou pretende lecionar, porque tem a ver com a maneira que nós enxergamos cada aluno que está sob nossa responsabilidade. Objetivismo: O sujeito precisa vivenciar as experiências. É também chamada de Empirismo onde é defendido que todos aprendem conforme o ambiente que forem expostos. Todos nascem como uma “folha em branco” que ao longo da vida, vai sendo preenchida pelas experiências da vida. Subjetivismo: Defende que todos nascem com conhecimentos naturais, com ideias pré-formadas. Também chamada de Racionalismo onde um Professor pode apenas informar o aluno sobre algum conhecimento e deixar que ele aprenda por si só. Criticismo/ fenomenalismo: É a teoria da interação onde o sujeito se relaciona com o objeto ou seja, existe diálogo entre tudo e todos. Um aprende com o outro, e todos aprendem relacionando-se com sigo mesmo, com os outros, com o contexto em geral. Ao retornar ao meu passado e minha formação desde criança, tenho em mente vários professores que passaram por mim, e que hoje participo da história de pelo menos uma delas que faz diferença na sua prática docente. Essa professora me deu aulas no ensino fundamental e médio e hoje leciona e dirige projetos incríveis que estão transformando a realidade dos alunos. Voltando ao início, na Educação Infantil tive uma professora muito paciente e atenciosa que pegava nas minhas mãos para que eu conseguisse realizar o movimento correto de escrever a letra cursiva. Ela era doce e firme ao mesmo tempo mas interagia e dialogava com a nossa turma. No Ensino fundamental já tive vários professores da linha do Empirismo, que passavam conteúdo e nós copiávamos e tínhamos que aprender o que eles queriam, mas tive professores que me marcaram por seu diálogo e pela maneira que me instigavam. Uma delas foi a de Geografia que ensinava com tanta clareza e após o seu discurso eu sinceramente tinha vontade de fazer algo pelo Planeta e pelas pessoas, tinha vontade de me envolver na política e mudar o mundo! Já no Ensino Médio, tive uma Professora de Português que tinha autoridade mas que passava o conteúdo e nos estimulava na literatura, de maneira prazerosa e também interativa, ou da linha do criticismo. Um dos Professores que também me marcaram muito foi um de Biologia que nos estimulava a cantar os conteúdos e assim tirávamos notas boas nas avaliações porque decoramos cantando os conceitos de prófase, anáfase e telófase, por exemplo... ele levava o violão nas aulas e fazíamos canções de sua matéria. Eu comecei estudar música aos 10 anos de idade com uma professora da linha Empirista. Ela começou ensinando teoria e bem depois fui para a prática instrumental, no caso, órgão. Depois tive outra professora de Piano e não parei mais de estudar música até entrar no bacharelado em 1996. Tive excelentes professores na Faculdade e a maioria da linha do criticismo ou da interação. Tive aulas incríveis! Aulas que me motivaram a continuar sempre aprendendo... hoje tenho saudades das minhas aulas no ensino superior, por isso continuo estudando e não desejo parar, porque a melhor riqueza que podemos ter é o conhecimento! O que mais chama atenção no meu percurso de aprender e sempre aprender é que aos 14 anos por ai já tive uma aluna de teclado. Eu descobri o amor pela docência logo cedo. Aprendi e desenvolvi o prazer de ensinar! Eu amo ensinar e aprendo muito ensinando! O que aprendo agora, já ensino em seguida... parece automático! rsrsrs Nesse ano, completo 21 anos de prática ensinando música individualmente e coletivamente. Já descobri o que me dá mais prazer que é o ENSINO COLETIVO e sempre tenho desenvolvido maneiras de interagir meus alunos de musica, com eles mesmos, entre eles e com o mundo que o cerca. Minha linha é interacionista! Não consigo dar uma aula sem diálogo, sem troca, sem compartilhar, sem pedir opiniões, sem estimular a auto crítica, sem ser VIVENCIAL! Amo o termo “design” pela possibilidade de criar, de desenvolver meios, estilos, arquiteturas diversas para o ensino da música e ou para o relacionamento com essa arte fantástica que é a música. O que continuo sempre pensando é como um professor de música pode despertar o seu aluno para aprender e não apenas imitar o que está ouvindo ou sendo tocado. Como ajudá-lo a ouvir os sons, a perceber o TODO musical sem ter que dividir, fragmentar ou direcionar o pensamento para áreas específicas da música, ou seja, como ser interdisciplinar na música... A Jornada continua e as concepções epistemológicas nos ajudam a direcionar a prática pedagógica sendo que a melhor e que mais se encaixa num tempo de muitas mudanças como o nosso, é a do criticismo/ fenomenalismo, onde a interação, o diálogo, o aprender um com o outro, com o mundo que nos cerca, com o TODO é que fará de cada um, profissional competente e dinâmico pronto para enfrentar as transformações. Eu desejo ser cada dia uma profissional, uma docente que faz diferença e transforma as realidades contribuindo no desenvolvimento humano, através da ferramenta música. Tenho muito mais para dizer sobre a minha experiência no ensino musical. Com certeza continuarei compartilhando com vocês, por aqui. Até...

sábado, 15 de março de 2014

Você pode ser o Design Musical de uma criança!

E quanto mais cedo a gente aprende música é melhor!

Uma grande aventura e criação de Design Musical!

As páginas do livro são em branco e preto, para que as crianças realizem as atividades.

Conheçam! apreciem! adquiram meu livro!

Pessoal, apresento a vocês meu livro! 


Musicalização Terapêutica para Escolas e Igrejas. Foi lançado em Julho de 2013 no Encontro das Escolas de Música, na Universidade Anhembi Morumbi, São Paulo.

Criei a Ovelhinha Jubilú, para incentivar as crianças a aprenderem música, através da experiência musical com Davi, o pastor de ovelhas. Meu desejo é compartilhar com pais, instrutores, educadores musicais e todas as crianças de Escolas e Igrejas, essa grande aventura musical. Pais, instrutores, professores, tem autonomia para aplicar as 105 páginas do livro, baseado em seus próprios conhecimentos musicais. Cada página tem proposta de vivência musical, com articulação entre educação musical, musicoterapia e repertório poético do Salmos 23. Cada página do livro, tem oportunidades para que as crianças possam colorir, desenhar, descrever sentimentos, preencher atividades, refletir sobre o que estão aprendendo, enfim... uma grande oportunidade de ser Feliz com Música e construir um Design Musical!

Capa e ilustrações: Carlos Alberto Lorencini
Preparação: Andy Cris Carvalho
Revisão: Daniela Lorencini
Produção Executiva: Valéria Forte
Copyright 2013 by Editora Som LTDA – São Paulo – Brasil
Todos os direitos reservados para todos os países. All rights reserved.

Visite a página no Facebook: https://www.facebook.com/OvelhinhaJubilu

Contato pelo Facebook ou pelo e-mail: ministraandycris@gmail.com



Eu participo da CAEM

Eu participo todo ano do Encontro Nacional das Escolas de Música, promovidos pela CAEM- Central de Apoio às Escolas de Música. Tenho aprendido muito a cada encontro e assim tenho muitas idéias e ferramentas para meu Design Musical. Visite o Site: http://www.escolasdemusica.com.br/


Beleza pura!


Sons Corporais

Em Janeiro desse ano (2014), tive um grande privilégio! Participar de um Curso de Extensão Universitária no CBM- Conservatório Brasileiro de Música- RJ, com Fernando Barba do "Barbatuques". Aprendi muito com ele e com os que participaram desse curso. Registro aqui algumas frases que me fizeram refletir e criar um Design Musical para minhas aulas com crianças, jovens e adultos, utilizando os sons corporais:

"Cada corpo é um, cada pessoa tem seu som." 
(LerSchafer) http://en.wikipedia.org/wiki/R._Murray_Schafer

"O som de cada parte do corpo, por exemplo, as palmas, tem diversos timbres que podem ser conhecidos, pesquisados pelo professor e aluno."

"Ao utilizar os sons com pés e mãos, não precisa força, precisa peso."

"Na área de percussão corporal, tem vários estilos, você deve pesquisar e conhecer."  http://www.internationalbodymusicfestival.com/ontour.html

"Na música a comunicação com o olhar, é muito importante."

"Na África alguns sons como o "estalo da boca" é uma letra, uma comunicação linguística."

"Uma maneira de treinar os sons corporais é treinar a técnica de cada parte do corpo. Aos poucos vem a coordenação, a agilidade... ."

"Para estudar os sons corporais deve imaginar e entender que você é um verdadeiro instrumento musical, como qualquer outro."

"Você pode aplicar os sons corporais para cada aluno, para cada realidade, conforme sua visão, seu jeito, seu menu."

"Um maneira de treinar é: ouvir uma canção e ir desmembrando cada instrumento, cada timbre em partes do corpo."

"É necessário paciência para treinar os sons, para se auto conhecer."

Ainda tem muito mais, que aos poucos irei compartilhar com vocês!!


Simplesmente lindo!



Xilofone gigante


Estudo sobre circuito de pedras britânico Stonehenge indica que a estrutura poderia ter sido um instrumento pré-histórico. Pesquisadores do Royal College of Art de Londres bateram em mais de mil tipos de pedras e perceberam uma sonoridade única em Stonehenge. Segundo eles, a estrutura é disposta de forma que o som consiga ressoar de maneira agradável aos ancestrais. Uma equipe de músicos também experimentou tocar nas pedras com martelos metálicos e conseguiram extrair diversas tonalidades. É como se Stonehenge fosse um glockenspiel ou um xilofone gigante. O estudo foi publicado no jornal de arqueologia Time and Mind. Leia aqui uma reportagem do Daily Express sobre a descoberta (em inglês):http://viva.mu/noticiasotonehenge.


O que te impede de fazer música?


Incrível Design Musical!!


ÔHHH! Música egoísta viu!

Música egoísta!A música é um grande presente pra dar e prender alguém.
A grande questão é que a “bichinha” é muito egoísta!!! Querem pensar??
As vezes você esta conversando na sua casa com alguém; uma conversa boa, um blá blá blá interessante, uma concentração incrível!
De repente seu vizinho aquele que Deus preparou pra vc conviver com ele ou melhor... seu filho ou parentes próximos, ligam o som. Os olhares são trocados as palavras parecem sumir, a concentração desapareceu! ÔHHHH!
Música egoísta atraiu todo mundo! Puxou toda a atenção pra ela! Conseguiu seu minuto de fama! Dispersou a conversa! e depois disso, tudo começa a girar em torno dela. Os comentários, as impressões, vocês acreditam que até o choro???
Toca aquela canção que vc lembra de alguém ou situação e seus olhos começam a piscar a garganta sufocar até que vc diz: “Ai! Essa música é linda!” ou “Ah... essa música lembrou minha mãe”... “é a música predileta do meu amigo!” snif! Snif! Snif! Que coisa!!! 
Você ta andando na rua ouve uma música e ela te puxa! Te espicha! Te move até a muvuca! Ou te afugenta para um lugar tranqüilo sem esse som que apavora! Ui ui ui que música egoísta! Será que é por isso que os músicos são egoístas??? Rsrsrsrsrsrsrsrsrsrs... Cuidado!
O Ministério da Saúde adverte: “Não dê música de presente; as pessoas ficarão presas nela!" 
Adaptado do blog: http://trilhadolouvor.com/blog/





sexta-feira, 14 de março de 2014

Barbatuques em Rio 2

Muito interessante, com os Barbatuques!!


Olá, sejam bem-vindos ao Blog DESIGN MUSICAL!

               Desejo compartilhar com vocês idéias, experimentos, criação, improvisação na área da música! seja através da experiência em aulas particulares e coletivas de música, seja em performances musicais, seja sentindo os efeitos dos elementos musicais, seja refletindo num dia chuvoso ou ensolarado, seja olhando os pássaros formando música numa pauta musical chamada "fios elétricos"... seja conversando com alguém, seja observando um poste na rua e imaginando uma haste musical, seja ouvindo uma palestra e criando uma canção, seja ouvindo o ritmo das "lambidas" do cachorro,  seja contemplando as reações que a música pode dar, enfim... tudo! todo sentimento se transforma em música quando aprendemos a apreciar e amar essa arte! Tudo pode ser reinventado nela e através dela! tudo pode ser adaptado! tudo pode ser aprendido e compartilhado! e juntos formaremos um Design Musical! Vamos lá!?